Turismo algarvio bateu recordes em 2016

Mais dormidas nacionais e estrangeiras, mais receitas, mais hóspedes, mais passageiros e mais movimento no Aeroporto de Faro e mais de um milhão de voltas nos campos de golfe da região fazem de 2016 um ano positivo para o setor turístico algarvio.

Para o turismo algarvio, 2016 foi um ano “exemplar” onde se bateram recordes internos e nacionais, conclusão suportada por vários dados oficiais que a Região de Turismo do Algarve apresentou hoje.

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“Depois de um ano a todos os níveis difícil no que concerne à gestão dos parcos recursos que nos são atribuídos, tivemos um desempenho exemplar em termos turísticos”, referiu o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), Desidério Silva.

No último ano, o distrito de Faro registou mais de 18 milhões de dormidas na hotelaria, mais 9% do que em 2015, uma marca que a RTA sublinha nunca ter sido alcançada por qualquer destino turístico nacional.

Os dados do INE apontam que em 2016 a região ficou em primeiro lugar a nível nacional com 14,2 milhões de dormidas estrangeiras e com 3,9 milhões de dormidas nacionais.

Quanto aos proveitos para a hotelaria regional, os dados apontam para uma subida de mais 19,4% face aos valores de 2015. Em “cifrões”, as percentagens correspondem a 904,6 milhões de euros.

Durante o último ano passaram pelo Aeroporto Internacional de Faro 7,6 milhões de passageiros, um número apontado pela RTA como “um novo recorde para a infraestrutura depois de um crescimento de 18,5% em relação a 2015”. O número de movimentos subiu 18,7%, tendo o Reino Unido sido responsável pela entrada de 3,9 milhões de passageiros movimentados em Faro. Ainda em termos de entradas na região através do Aeroporto, a Alemanha, a Irlanda, a Holanda e a França foram os mercados emissores aumentaram de forma substancial a sua presença na região.

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Os dados da Associação de Turismo do Algarve revelam ainda que os 40 campos de golfe existentes no distrito de Faro registaram 1,3 milhões de voltas, ou seja, mais 10,5% face ao ano anterior.

“Para um setor estruturante como o turismo seria expectável que se prolongasse este ciclo virtuoso, continuando a investir-se hoje para continuar a colher-se no futuro”, observou Desidério Silva acrescentando: “Gostaria que o turismo tivesse o tratamento diferenciado que já faz por merecer”.

 

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