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Algarve conta com mais 330 profissionais de saúde do que em 2015

O número de profissionais de saúde do SNS no Algarve aumentou de forma gradual nos últimos três anos, trabalhando atualmente cerca de 6000 profissionais nos cuidados de saúde primários e hospitalares de região, mais 330 pessoas do que em 2015.

Em janeiro de 2018, a região tem mais 193 médicos de diversas especialidades, incluindo médicos internos em especialização, mais 117 enfermeiros e mais 19 técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica do que em 2015, revelou a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, em comunicado.

Segundo a ARS, o ano de 2017 terminou com mais médicos de Medicina Geral e Familiar e enfermeiros nos centros de saúde do que em 2016, “permitindo melhorar o acesso da população aos cuidados de saúde primários”.

A taxa de cobertura de utentes com médico de família no Algarve tem evoluído, nos dois últimos anos, “de forma consistente e positiva” e a entrada de mais 25 médicos de Medicina Geral e Familiar dará médico de família a cerca de 47 500 utentes da região.

A ARS destaca ainda a instalação de novos equipamentos nos três Agrupamentos de Centros de Saúde (ACeS) e a entrada de profissionais da área da Medicina Dentária que permitiram que os utentes do SNS tenham acesso a médicos dentistas nos três ACeS do Algarve.

Em relação aos médicos hospitalares, registou-se um acréscimo de 45 especialistas a escolherem o Centro Hospitalar Universitário do Algarve, e o número de profissionais da Enfermagem também tem acompanhado essa tendência (mais 88), assim como os técnicos superiores de diagnóstico e terapêutica e outros profissionais.

Em 2018, a aposta da ARS/Algarve passa pela atualização e modernização do Serviço Nacional de Saúde, pelo reforço e valorização dos recursos humanos e dos equipamentos (nos cuidados de saúde primários, hospitalares, cuidados continuados, cuidados paliativos).

“A estratégia assenta na contratação de mais médicos, mais enfermeiros, mais profissionais das várias áreas, na abertura de mais Unidades de Saúde Familiar, mais Unidades de Cuidados na Comunidade, para reforçar a cobertura de utentes com médico de família, tornando o SNS mais resolutivo, coeso e cada vez mais próximo das pessoas, através do SNS + Proximidade”, refere a instituição.



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