(Foto: Loulé Cidade Educadora)

António Costa visitou ação de limpeza da floresta contra os incêndios em Vermelhos

O primeiro ministro António Costa veio de helicóptero até à freguesia de Ameixial, no concelho de Loulé, para acompanhar uma das muitas ações que estão a ser levadas a cabo em todo o país, naquela que será, provavelmente, a maior limpeza da floresta portuguesa no âmbito da prevenção contra os fogos florestais alguma vez levada a efeito.

Esta visita de António Costa ao interior do Município de Loulé, mais concretamente ao sítio dos Vermelhos, na freguesia de Ameixial - da qual o nosso jornal não foi informado em tempo útil, provavelmente por lapso, para que a pudesse acompanhar in-loco - segundo relata a comunicação social, teve lugar ontem, sábado, durante a manhã, onde uma vasta comitiva o aguardava.

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António Costa chegou ao local de helicóptero e para além do presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo, vereadores, chefes de gabinete e outros responsáveis da autarquia louletana, receberam o chefe do governo entidades da Proteção Civil e do Exército, bem como autarcas de outros municípios vizinhos, designadamente de S. Brás de Alportel e Alcoutim, que decidiram acompanhar o primeiro ministro nesta visita rápida ao Algarve. No terreno o governante constatou a presença dos militares na ação prática de limpeza em cursos, para Defesa da Floresta Contra Incêndios, conforme protocolo recentemente assinado entre a Câmara Municipal de Loulé e o Exército Português. Aliás, recordamos que o referido protocolo foi assinado no passado dia 6 de fevereiro nas instalações da Proteção Civil Municipal de Loulé.

A este propósito, uma das declarações de António Costa que aqui ecoamos, é de que “neste momento a grande prioridade que devemos ter em todo o nosso país é de até dia 31 de maio, fazermos um grande esforço para que sejam eliminadas as condições de risco de incêndios, porque quanto menor for o risco menor será a probabilidade de acontecer uma tragédia. É nisto que devemos concentrar os nossos esforços”, salientou.

Segundo a Sábado on-line, Costa disse que "não se devem desvalorizar os riscos de possibilidade de ocorrência de incêndios" e, ao ser questionado por jornalistas sobre a diferença entre os trabalhos de prevenção realizados este ano e no passado, o primeiro-ministro disse: existe "claramente" uma diferença, já que, há um ano, "não havia este movimento, esta azáfama" em todo o país, envolvendo proprietários e autarquias, entre outros.
António Costa ressalvou ainda que, apesar de as medidas já estarem em vigor há quase doze anos, "pela primeira vez", há uma "grande consciência" de que é necessário proceder à limpeza dos terrenos, sendo fundamental que todos se concentrem a fazer "aquilo que é essencial". (in Sábado)



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