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PCP questiona governo sobre atraso na transferência de verbas para sapadores florestais

O PCP questionou o governo sobre o atraso na transferência de verbas para a equipa de sapadores florestais da Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão.

Uma delegação do PCP, integrando o deputado Paulo Sá, eleito pelo Algarve, reuniu com a associação em Barranco do Velho, no concelho de Loulé, tendo tomado conhecimento do atraso na transferência de verbas do Fundo Florestal Permanente.

Em 2000, foi constituída uma equipa de sapadores florestais, com cinco elementos, gerida pela Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão e financiada, parcialmente (cerca de 40%), pelo Fundo Florestal Permanente.

Segundo relata o PCP no requerimento dos deputados Paulo Sá e João Dias, as verbas devidas, de 40 mil euros por ano, “têm sido entregues com atraso” à Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão.

Por exemplo, acrescenta-se, em junho de 2018 a associação recebeu a última tranche de 2017 e ainda não recebeu qualquer transferência relativa ao corrente ano.

“Esta circunstância cria, obviamente, problemas de tesouraria à Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, devendo ser ultrapassada com a transferência atempada de verbas”, realça o PCP.

Na questão ao ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Capoulas Santos, os comunistas pretendem saber qual a justificação do governo para o “sistemático” atraso na transferência de verbas e que medidas serão tomadas para garantir o fim destes atrasos.



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