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BE consolidou-se como “a terceira força política no Algarve” após as Europeias

A comissão coordenadora distrital do Bloco de Esquerda (BE)/Algarve considerou hoje que o partido se consolidou como “a terceira força política no Algarve” depois dos resultados das últimas eleições Europeias.

“O Bloco de Esquerda congratula-se pelos bons resultados obtidos, confirmando-se como a terceira força política no Algarve, a seguir ao PS e ao PSD”, refere a força política, em comunicado.

Na região algarvia, o BE obteve agora 12,9% (13.254 votos), quando em 2014 tinha tido 6,9% (7.340 votos), um crescimento de mais 6% que tornou este o segundo melhor resultado bloquista a nível distrital, ultrapassado, por uma pequena margem, por Coimbra.

“Os bons resultados obtidos pelo Bloco no Algarve são ainda mais ampliados, pelo facto de termos conseguido ser a segunda força política regional, à frente do PSD, em concelhos como Portimão (14,94%), Lagos (14,77%) e Olhão (14,75%)”, assinala o BE/Algarve.

“O Bloco de Esquerda encontra-se no bom caminho no Algarve e em todo o país e o que importa é continuar a trabalhar, mais e melhor, em prol do bem-estar e de melhor qualidade de vida para as populações da região. (…) O que podemos prometer é mais e melhor trabalho em prol do Algarve e das suas gentes que vivem e labutam na região”, salientam os bloquistas.

O BE saudou também o PS como a força mais votada na região, mas ressalvou que “euforias desmedidas não são boas conselheiras”, pois a sua votação corresponde “a cerca de 9% do total dos eleitores inscritos”.

Os bloquistas, que também saudaram o crescimento do PAN no Algarve – foi a quinta força mais votada, à frente do CDS-PP –, consideram ainda que o nível de abstenção atingido no Algarve (73,08%) é “muito preocupante”.

“Este nível recorde de abstenção, no Algarve e a nível nacional, pode justificar-se pelas políticas europeias contrárias aos interesses dos cidadãos, pela imposição de medidas austeritárias e repressivas e pelo parasitismo e corrupção que grassam nas instituições da UE”, conclui o BE/Algarve.



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