Imagem: in Agência Brasil / REUTERS - Dado Ruvic

Utilizadores do Google Chrome são alvo de ataque cibernético

Um ataque de spyware recém-descoberto deverá ter atingido 32 milhões de downloads de extensões do navegador de internet Google Chrome, disseram pesquisadores da Awake Security, destacando a falha do setor de tecnologia em proteger browsers apesar de serem cada vez mais usados para acesso a emails, folhas de pagamento e outras funções sensíveis.

O Google disse que removeu mais de 70 extensões maliciosas da Chrome Web Store depois de ser alertado pelos pesquisadores no passado mês de maio.

A notícia deste ataque cibernético à qual tivemos acesso foi avançada pela Agência Brasil, citando declarações do porta-voz da Google, Scott Westover à  Reuters: "Quando somos alertados sobre extensões na Web Store que violam nossas políticas, agimos e usamos esses incidentes como material de treino para melhorar nossas análises automáticas e manuais", disse Scott Westover.

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A maioria das extensões gratuitas pretendia alertar os usuários sobre sites questionáveis ou converter arquivos de um formato para outro. Em vez disso, extraíram o histórico de navegação e os dados que forneciam credenciais para acesso a ferramentas corporativas.

Com base no número de downloads, este foi o ataque de maior alcance na Chrome Store até ao momento, segundo o cofundador e cientista-chefe da Awake, Gary Golomb.

O Google recusou discutir como o spyware se compara a ataques anteriores, com a amplitude dos danos ou por que a empresa não detectou e removeu as extensões, escreve a Agência Brasil na sua peça.

Se alguém usar o Chrome infectado por uma dessas extensões num computador doméstico, o malware transmitirá as informações roubadas da máquina, afirmaram os pesquisadores. Em redes corporativas que incluem serviços de segurança, o computador não envia os dados confidenciais nem se conectará a versões falsas de sites, segundo afirmam.

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Todos os domínios em questão, mais de 15 mil que eram conectados entre si, foram comprados de uma pequena empresa em Israel, Galcomm, conhecida formalmente como CommuniGal Communication. A Awake disse que a Galcomm deveria saber o que estava a acontecer.

Através de um e-mail, o proprietário da Galcomm, Moshe Fogel, disse à Reuters que sua empresa não tinha feito nada errado. "A Galcomm não está envolvida e não cumpre nenhuma atividade maliciosa", escreveu Fogel. "Você pode dizer exatamente o contrário: cooperamos com os órgãos policiais e de segurança para impedir o máximo que pudermos." - acrescentou Fogel.



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