Jornal diariOnline Região Sul. O seu portal de notícias Algarve e Alentejo Portugal

Campanha de recolha para os Bancos Alimentares decorre até domingo

Os portugueses podem participar até ao próximo domingo, 13, na campanha de recolha de alimentos para os Bancos Alimentares, através da compra de vales nos supermercados ou através da internet.

“Este ano não há voluntários à porta dos supermercados a recolher os alimentos doados pelos portugueses, resultado da atual situação de pandemia, mas há vales que estão disponíveis nas caixas dos supermercados e que podem ser adquiridos aquando o pagamento das compras”, refere a direção do Banco Alimentar Contra a Fome.

A participação na campanha pode ser feita através da modalidade «Ajuda Vale», já utilizada em campanhas anteriores, que propõe a contribuição através de vales de produtos – cada vale tem um código de barras específico associado aos produtos que cada pessoa quer doar ao Banco Alimentar da sua região –, ou através do portal de doação onlinealimentestaideia.pt, onde podem escolher os bens perecíveis que querem doar e o Banco Alimentar da região a que os destinam.

Com o mote «À nossa mesa há sempre lugar para mais um», a campanha dos Bancos Alimentares arrancou no dia 26 de novembro e pretende sensibilizar os portugueses para a partilha de alimentos com as muitas famílias que enfrentam carências alimentares todos os dias, “uma situação agravada com o impacto económico e social da pandemia”, sublinhando a importância do contributo e envolvimento de cada um de nós.

“O impacto social das medidas decretadas para conter a propagação da pandemia foi de uma dimensão inacreditável, colocando numa situação de pobreza muitos milhares de pessoas que nunca imaginaram ver-se nesta situação. Hoje são apoiadas mais de 440.000 pessoas, se contarmos com as 60.000 que se vieram juntar às que já recebiam apoio dos Bancos Alimentares antes desta pandemia”, disse Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.

Face a esta “crise económica sem precedentes”, a responsável está convicta de que “é fundamental a atenção aos outros e só com grande solidariedade e coesão, numa união de esforços da sociedade civil com a intervenção do Estado, será possível evitar situações de rutura social e de desespero”.



Exit mobile version