Arrenda-se casa (Foto: www.eurobrokers.pt/)

Preço para arrendar casa no Algarve desce 1,6% em janeiro

Para arrendar casa no Algarve, de acordo com o índice de preços do Idealista, os preços desceram 1,6% em janeiro, fixando-se em 9 euros por metro quadrado (m2). Em relação à variação anual, a descida foi de 2,3% em 2020.

A maior descida de preços da região registou-se em Portimão (-4%), seguido por Loulé (-2,9%), Albufeira (-1,9%) e Lagos (-0,6%). Por outro lado, Vila Real de Santo António não acompanha a tendência da região e apresenta uma subida nos seus preços de 1,5%. O preço do arrendamento também sobe em Faro (1,4%), Olhão (1,3%), Tavira (0,6%) e Silves (0,4%).

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O município mais caro para arrendar casa é Loulé (10,5 euros/m2), seguido por Lagos (9,1 euros/m2), Albufeira (8,8 euros/m2). Em contrapartida, os mais económicos são Portimão (7,9 euros/m2), Olhão (8 euros/m2), Faro (8,1 euros/m2) e Silves (8,3 euros/m2).

Em comparação com o resto do país, a habitação em Portugal registou uma descida de 0,4% em janeiro, situando-se em 11,2 euros/m2.

Regiões de Portugal

Durante o mês de janeiro, os preços das casas para arrendar desceram no Algarve (1,6%) e na Área Metropolitana de Lisboa (0,6%), as únicas regiões do país que apresentaram reduções nos preços. Por outro lado, foi nas Regiões Autónomas onde se assistiu a uma maior subida dos preços, sendo a subida na Região Autónoma dos Açores de 4,4% e na Região Autónoma da Madeira de 3,4%. Seguem-se o Centro (2,9%) e o Alentejo (2,2%). No Norte os preços mantiveram-se praticamente estáveis sendo a subida de 0,2% .

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,8 euros por m2, é a região mais cara, seguida pelo Norte (9,3 euros por m2), Algarve (9 euros por m2), e Região Autónoma da Madeira (8,3 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,4 euros por m2), o Alentejo (6,5 euros por m2) e a Região Autónoma dos Açores (7,5 euros por m2) que são as regiões mais baratas.

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Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, os maiores aumentos em janeiro tiveram lugar em Leiria (4,3%), Aveiro (3,8%) e Ilha da Madeira (3,5%). Seguem-se na lista Coimbra (2,8%), Castelo Branco (2,4%), Ilha de São Miguel (2,3%) e Setúbal (0.9%).

No sentido contrário, desceram em Viseu (-3,2%), Faro (-1,6%), Santarém (-0,8%), Lisboa (-0,5%) e Viana do Castelo (-0,3%). No Porto e Braga os preços mantiveram-se constantes, existindo uma descida residual de -0,1%.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é Lisboa (13,1 euros por m2), seguido pelo Porto (9,9 euros por m2), Faro (9 euros por m2), Setúbal (8,5 euros por m2) e Ilha da Madeira (8,3 euros por m2). Arrendar casa na Ilha de São Miguel custa 7,9 euros por m2, em Aveiro 7,2 euros por m2, Coimbra 6,8 euros por m2 e Braga 6,2 euros por m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Viseu (4,8 euros por m2), Santarém (4,9 euros por m2), Castelo Branco (5 euros por m2), Viana do Castelo (5,2 euros por m2) e Leiria (5,8 euros por m2).

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em 3 capitais de distrito, com Viana do Castelo (-5,1%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se o Porto (-0,9%) e Lisboa (-0,4%).

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Por outro lado, os preços aumentaram em Aveiro (7,5%), Ponta Delgada (5,7%), Funchal (5%), Setúbal (3,2%), Leiria (2,7%), Castelo Branco (2,7%), Coimbra (2,5%), Faro (1,4%) e Santarém (1,2%). As subidas menos acentuadas foram registadas em Braga e Viseu: 0,5% e 0,2% respetivamente.

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,7 euros por m2. Porto (10,6 euros por m2) e Funchal (8,7 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,4 euros por m2), Viseu (4,8 euros por m2) e Viana do Castelo (5 euros por m2).

Sobre o índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.



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