Foto: in Sputnik Brasil | © AP Photo / Frank Franklin II

EUA: vacinados não precisam mais usar máscara ao ar livre

O Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos disse que os norte-americanos vacinados não precisam mais usar máscaras ao ar livre nem em pequenas reuniões internas.

Em ambiente aberto, as máscaras só serão necessárias quando houver uma aglomeração de pessoas e quando for difícil manter o distanciamento social. A informação foi divulgada à imprensa nesta terça-feira (27) por Rochelle Walensky, diretora da CDC, nesta notícia citada pela SputnikNews Brasil.

"Se você está totalmente vacinado e deseja participar numa pequena reunião ao ar livre com pessoas que foram vacinadas e não vacinadas, ou jantar num restaurante ao ar livre com amigos de várias famílias, a ciência mostra que, se você for vacinado, poderá fazê-lo sem máscara e com segurança. Geralmente, para as pessoas vacinadas, as atividades ao ar livre sem máscara são seguras", afirmou Walensky.

O CDC, segundo o SputnikNews Brasil, afirma ainda que, vacinadas ou não, as pessoas não precisam usar máscaras ao ar livre quando caminham, andam de bicicleta ou correm sozinhas ou com pessoas com quem moram. Eles também podem ir sem máscara em pequenas reuniões ao ar livre com pessoas totalmente vacinadas.

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A nova orientação representa outro passo cuidadosamente calibrado no longo caminho de retorno à vida normal. A mudança ocorre depois de mais da metade dos adultos norte-americanos terem recebido pelo menos uma dose da vacina contra o coronavírus. Mais de um terço dos adultos já foi totalmente vacinado, informa a mesma notícia.

Os Estados Unidos são o país com o maior número de casos (32,1 milhões) de Covid-19 e de mortes (572 mil) causadas pela doença, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.

Uma outra notícia recentemente publicada, defende a tese da vacinação anual contra o Covid-19, tal como acontece com a gripe. Aliás, as pessoas 'provavelmente' precisarão de uma terceira dose de reforço das vacinas Covid-19 dentro de 12 meses - defendeu o presidente da Pfizer, Albert Bourla.



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