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Algfuturo lamenta bronca no turismo e diz que assim não pode ser

Insolvências de uma região por negligências públicas! Não!

Em comunicado enviado as redações que transcrevemos a seguir na integra, a Algfuturo argumenta que, neste momento de quase pranto e braços caídos por se ter esperado a perspetiva do maio registar o início da época alta, manifesta solidariedade empresarial regional e expressa protestos.

Desde a sua fundação que a União Empresarial do Algarve mostrou ao que vinha: acompanhamento e estudo aprofundado dos problemas e apresentação de soluções.

Sempre rigorosa e independente, mas com total disponibilidade e vontade de cooperar com as entidades.

Nestes 6 anos cresceu em número de associações e empresários sócios e afirmou-se como a maior e mais ativa Associação do Algarve, com trabalho de mérito reconhecido por altas entidades nacionais e internacionais.

Foi com esse musculo que atacou a pandemia na sua componente de prevenção e sentido de responsabilidade, fazendo a pedagogia do rigor e zero facilidades para que o vírus não continuasse à solta.

Muitas foram as tomadas de posição e propostas, identificando-se claramente a estratégia para enfrentar uma crise muito perigosa: vacinar no Algarve até ao final de junho o mais tardar. Nada se fez.

O ano de 2020 foi muito mau e esperava-se um 2021 melhor e as coisas iam bem, tudo controlado e bem-comportado.

De repente, qual tempestade atacando em várias frentes sem ninguém perceber porquê, começaram as festas, os banquetes, os ajuntamentos e começaram a disparam as infeções e o Reino Unido, quase em simultâneo, retira o estatuto do cartão verde para os turistas ingleses.

Algarve cai em depressão e o castelo desmorona-se. O pior dos cenários que fizéramos há 3 meses pode confirma-se em que o Algarve pode ter em volume de negócios em 3 anos o correspondente a dois. Isto é pode perder um ano em três, o que representa o colapso.

O país não pode estar sobretudo dependente de um mercado, há muitos anos que lutamos contra isso.

Estamos solidários com todo o Algarve que é afetado e lamentamos que na região ninguém ouça ninguém, numa conduta autista que é um suicídio. Já o ano passado correu pior do que se previa, descemos com quebras de muitos milhões, 6 vezes mais que a média nacional.

Isto não pode ser! Todos têm de ser ouvidos e dar a cara. É a vida e insolvência das pessoas que está em risco.

Tem de se mudar o rumo!



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