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G7 debate plano para acelerar resposta a futuras pandemias

Boris Johnson, com Joe Biden, durante a cimeira do G7 na Cornualha (Reino Unido). EFE/EPA/PHIL NOBLE

Os líderes do G7 esperam chegar a um consenso por um plano para acelerar uma resposta a futuras pandemias e reduzir para menos de cem dias os prazos para desenvolver tratamentos, diagnósticos e vacinas quando uma nova doença é identificada.

Os líderes do grupo, reunidos até domingo (13) na Cornualha (sudoeste de Inglaterra), vão refletir esta estratégia num documento chamado de "Declaração de Carbis Bay", em referência à cidade costeira que recebe o G7, segundo antecipou o governo britânico, anfitrião da cimeira.

De acordo com a notícia da agência EFE sobre este assunto, a americana Melinda French Gates, cofundadora da Fundação Bill e Melinda Gates, juntamente com o conselheiro científico do governo britânico, Patrick Vallance, apresentará este sábado esta estratégia de saúde aos líderes políticos.

"No último ano, o mundo desenvolveu várias vacinas eficazes contra o coronavírus, que foram aprovadas e fabricadas rapidamente e já estão a entrar nos braços das pessoas que delas precisam", disse o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

"Mas, para derrotarmos verdadeiramente o coronavírus e recuperarmos, temos de evitar que pandemias como esta voltem a acontecer. Isso significa aprender as lições dos últimos meses e fazer as coisas de forma diferente da próxima vez", acrescentou.

O governo britânico, segundo a agência EFE, destaca que o G7 está "particularmente bem posicionado" para atuar como coordenador dos esforços globais para prevenir futuras pandemias, dado que os seus membros abrangem "dois terços do mercado farmacêutico mundial".

O debate dos líderes do G7 sobre a saúde global, que será realizado este sábado, contará com os quatro países convidados para a reunião pelo Reino Unido: Índia, Austrália, África do Sul e Coreia do Sul, além do secretário-geral da ONU, o português António Guterres.



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