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Coordenador do Chega/Portimão e candidato à câmara exonerado

Carlos Natal

O coordenador da concelhia local e candidato do Chega à Câmara Municipal de Portimão, Carlos Natal, foi exonerado numa reunião extraordinária da direção da comissão distrital do partido, realizada em 5 de junho.

“Esta exoneração surge em virtude da recusa do Sr. Carlos Natal em seguir os procedimentos internos definidos pela direção nacional, não só mas também relativamente aos processos de candidatura e elaboração das listas às Autárquicas e por ter demonstrado uma conduta em nada condizente com o exigido a um qualquer dirigente ou militante do partido Chega”, explicou a comissão distrital do partido, em comunicado.

Segundo o partido, Carlos Natal, ainda antes de a reunião de 5 de junho acontecer, “manifestou a decisão de retirar a candidatura se as suas exigências não fossem atendidas, ainda que tendo pleno conhecimento que estas não estariam de acordo com os procedimentos anteriormente estabelecidos e comunicados para a elaboração das listas”.

Carlos Natal, prossegue a distrital, “abandonou a reunião em plena sessão, não deixando assim outra alternativa que não a sua exoneração da coordenação da concelhia e candidatura à Câmara Municipal de Portimão”.

A estrutura salienta ainda que Natal “teve conhecimento das razões da sua exoneração” desde a reunião extraordinária de dia 5 de Junho, algo que reconheceu “em email por si enviado à Direção da Distrital no dia 11 de Junho, com um pedido de desculpas pelo seu comportamento na dita reunião”.

A direção da distrital de Faro do Chega também lamentou “a conduta do Sr. Carlos Natal relativamente ao incidente ocorrido num restaurante”, que culminou com a apresentação por este de uma queixa contra elementos da PSP de Portimão.

“O Chega defende e apoia as forças de segurança. Assim, a direção da distrital de Faro sente-se na obrigação de apresentar publicamente um pedido de desculpas à PSP de Portimão, informando que não se revê com a conduta e postura do Sr. Carlos Natal”, sublinha a estrutura regional do partido.

O Chega reafirma que “não serão aceites condutas ou ações impróprias de um qualquer dirigente ou militante” que “comprometam o trabalho que vem a ser feito por um partido que pretende ser um exemplo para a sociedade, mesmo que isso implique o risco de poder não concorrer às eleições numa qualquer autarquia”.



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