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Lagoa em risco moderado e a trabalhar para baixar

Lagoa encontra-se, ao dia de hoje, em nível de risco moderado e a trabalhar para voltar a descer para o nível de risco baixo. Este regresso, ao grupo de concelhos de nível moderado, fica a dever-se ao registo de 32 casos acumulados nos últimos 14 dias, ao dia reavaliação da situação epidemiológica no país.

A dois dias de nova reavaliação da situação epidemiológica do país, o concelho de Lagoa encontra-se no nível de risco moderado, com 31 casos acumulados, nos últimos 14 dias, 4 casos acumulados acima do permitido para poder voltar ao risco de nível baixo. A expetativa é muita porque uma nova reavaliação em nível de risco moderado trará penalizações para o concelho.

No entanto, o município adianta que «o concelho de Lagoa está longe de atingir o nível de risco elevado, na reavaliação da próxima quinta-feira, contrariando a especulação que tem havido por parte das empresas locais, ligadas ao turismo, e da população em geral».

O presidente do município de Lagoa reagiu a esta classificação destacando «o comportamento exemplar dos lagoenses, bem como o esforço do município e o trabalho das entidades com competência na matéria, apontando outros motivos que levam Lagoa e o Algarve a estar na situação em que se encontra». O autarca lamenta que «os turistas, nacionais e estrangeiros, que testam positivo à SARS-CoV-2, sejam contabilizados como
residentes, sem que a base de incidência não seja alterada».

«A grande reivindicação dos concelhos do Algarve tem sido pedir à DGS para que os turistas que testam positivo não sejam contabilizados como residentes. Porque se assim fosse a base de incidência do nosso concelho teria de passar dos habituais 23 mil habitantes para os 50 ou 60 mil que cá estão durante o período de verão», defende Luís Encarnação.



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