Docapesca e autarquias querem potenciar Guadiana navegável

A Docapesca e os e municípios de Alcoutim, Vila Real de Santo António, Castro Marim e Mértola assinaram na terça-feira, 11, um protocolo para estudar infraestruturas que permitam potenciar um rio Guadiana navegável.

O acordo visa regular as condições em que se irá estabelecer a cooperação e colaboração entre as partes, para a realização do «Estudo para Identificação das Infraestruturas Fluviais com Potencial para Dinamização Sustentável da Via Navegável do Rio Guadiana».

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Na assinatura do protocolo, estiveram os autarcas (Osvaldo Gonçalves, Alcoutim; Álvaro Araújo, Vila Real de Santo António; Francisco Amaral, Castro Marim e Mário Tomé, Mértola), Sérgio Faias, presidente do conselho de administração da Docapesca, e Teresa Coelho, secretária de Estado das Pescas.

Com o estudo, pretende-se “a caraterização socioeconómica dos agregados populacionais” existentes na margem portuguesa do troço do rio Guadiana que percorre os concelhos de Mértola, Alcoutim e Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Serão identificados os agregados populacionais com potencial para melhor aproveitamento da via navegável do Guadiana, além das infraestruturas fluviais existentes ao longo do troço e do seu estado de conservação.

O estudo propõe ainda a identificação e dimensionamento de novas infraestruturas fluviais e de interface com infraestruturas terrestres que capacitem o desenvolvimento dos agregados populacionais com maior potencial.

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A identificação dos instrumentos de gestão do território em vigor e respetivas condicionantes, nas áreas a intervir; a avaliação socioeconómica do custo-benefício de cada um dos investimentos a realizar e o desenvolvimento de um plano de investimentos, com identificação de três níveis distintos de prioridade; e a identificação de potenciais fontes de financiamento, são outras das áreas alvo de estudo.

Osvaldo Gonçalves, presidente da Câmara Municipal de Alcoutim, afirmou que o estudo permitirá “formalizar” algumas melhorias necessárias nas infraestruturas de apoio, entre as quais, as infraestruturas fluviais, a ampliação e remodelação dos cais acostáveis, bem como a criação de outro tipo de infraestruturas para barcos de maior porte, como veleiros.

“Quanto maior for o percurso navegável do rio, mais atrativo se torna e mais barcos trará, quer aqui ao nosso concelho, quer a Mértola”, disse o autarca.

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