Foto: in Agência Brasil

Covid-19: imunização gera segurança para 75% de brasileiros

É o que mostra a pesquisa da Pfizer e da SBIm com duas mil pessoas

Um levantamento feito a pedido da Pfizer Brasil e da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) mostrou que o sentimento de segurança gerado com o aumento na taxa de imunização contra a Covid-19 abrange 75% dos dois mil entrevistados.

Esta informação, veiculada pela Agência Brasil, refere que na pesquisa, 65% dos entrevistados sentem-se seguros e 10%, muito seguros com o avanço da vacinação. Outros 20% disseram sentir-se inseguros (18% estão inseguros e 2%, muito inseguros) e 6% não responderam.

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Apesar disso, ainda há preocupação com a possibilidade de uma nova onda de Covid-19 para 86% dos entrevistados. A pesquisa indicou que 41% têm muito medo de uma nova onda de Covid-19 e 45% têm um pouco de medo.

As perguntas fazem parte da pesquisa Vacina. Tomar para retomar e foi respondida pela internet por pessoas com 16 anos ou mais, nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro‐Oeste, entre os dias 19 e 29 de outubro de 2021.

Bandeira da Retomada

Também será feita uma campanha do mesmo nome com a exposição da Bandeira da Retomada, criada pelo artista plástico paulista Didu Losso, a pedido da Pfizer, para simbolizar a esperança e o otimismo gerados pelo avanço da imunização no Brasil. De acordo com a informação publicada pela Agência Brasil, a ideia é destacar o papel fundamental das máscaras no enfrentamento da pandemia e lembrar que ainda é preciso usá-la.
A bandeira ficará exposta entre os dias 12 e 18 de novembro na entrada da Shopping Center 3, na Avenida Paulista.

Segundo o resultado do questionário feito para entender as expectativas e a aprendizagem dos brasileiros para o cenário pós‐pandemia, as sensações despertadas pela ampliação da vacinação no país são de impacto positivo:
- esperança em primeiro lugar com 29%;
- seguida por otimismo com 24%;
- e alívio com 16%.
Só esses três sentimentos somam 69%.

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Regresso às atividades normais

Os dados mostram ainda que há grande expectativa pela retomada nos próximos meses. Entre as atividades os entrevistados pretendem resgatar em primeiro lugar, com 40% das respostas, a possibilidade dos encontros mais frequentes com a família e/ou amigos e a vontade de frequentar espaços fechados, como shoppings, cinemas, teatros, restaurantes, ginásios e igrejas.

Em seguida, com 35%, frequentar espaços abertos como parques, praças, praias; viajar com 32% e ir a eventos de aglomeração como espetáculos, festas e estádios com 23%, ao passo que 18% citaram cursos presenciais e 16%, trabalho presencial. Ainda há 15% que afirmam que já voltaram a realizar todas as atividades normalmente.

Esses dados positivos revelam o reconhecimento da população em relação à contribuição da ciência para a saúde em geral. Graças às novas vacinas contra a Covid-19 vidas estão sendo poupadas e podemos retomar aos poucos a nossa rotina. Mas vale lembrar que a pandemia ainda não acabou. Portanto é de extrema importância que as medidas de prevenção ainda sejam mantidas”, disse a líder médica da área de vacinas da Pfizer Brasil, Júlia Spinardi.

Este levantamento efetuado no Brasil, de acordo coma divulgação efetuada pela Agência Brasil, mostrou que para 64% dos internautas a população está mais consciente sobre hábitos de saúde e higiene para a prevenção de doenças depois de passar por uma pandemia. Entre hábitos adquiridos, os de maior probabilidade de serem mantidos após o fim da pandemia, são o uso do álcool em gel (58%); lavar as mãos constantemente ou ao chegar em algum lugar (55%); o uso de máscaras, mesmo que eventualmente (40%) e distanciamento social, evitar aglomeração e contato físico desnecessário (31%).

Com o passar do tempo, muitos hábitos serão relaxados e até abandonados, como o distanciamento e a lavagem tão frequente das mãos. Talvez a maior lição que fique será os indivíduos com sintomas gripais terem mais preocupação com o próximo, usando máscaras em locais fechados ou transporte público. A conscientização sobre os riscos para grupos mais vulneráveis deve trazer mudanças de comportamento também”, afirmou o infectologista e diretor da SBIm, Renato Kfouri.

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Fake News

Pelo menos 72% dos participantes da pesquisa disseram que as fake news atrapalham a vacinação; 49% afirmaram não compartilhar conteúdos sobre o tema quando não têm certeza de que são verdadeiros ou mesmo quando sabem que é real.
Já 46% declararam compartilhar, mas só depois de confirmar a veracidade em jornais, sites ou com médicos e profissionais de saúde, enquanto apenas 2% dizem compartilhar mesmo sem saber se é verdade.

Questionados sobre quais as principais fontes onde costumam buscar informações sobre vacinação, 60% respondem em órgãos oficiais (como Ministério da Saúde, Secretarias de Saúde, Anvisa e Organização Mundial da Saúde, sociedades médicas ou científicas); 53% com profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) e 36% nos veículos de comunicação (rádio, TV, revista, jornal e internet).

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